sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

O NOSSO PAPEL

Para fixarmos bem o nosso papel e a nossa responsabilidade com o planeta em que vivemos, vamos iniciar este ano criando novas utilidades para aquilo que antes descartávamos.


A FLOR
http://w
ww.fabricadebrinquedos.com.br/brinquedos/flor.html






O VAI e VEM
http://www.fabricadebrinquedos.com.br/brinquedos/Vai-vem.html

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

CARTA da TERRA

QUAL É O SEU PAPEL NESSA HISTÓRIA?

Essa foi nossa primeira aula e foi muita produtiva discutirmos nossas responsabilidades.
Acesse a CARTA da TERRA , fazendo o download, aqui : http://www.ecodesenvolvimento.org.br/biblioteca/documentos/carta-da-terra-para-criancas

PRIORIDADES

Esta foi a aula de encerramento de 2010, sendo um resumo das aulas que foram aplicadas durante o ano.

Esta aula é similar a aula ESCOLHAS, que está aqui: http://evangelizandoagora.blogspot.com/2009/10/escolhas.html, só que desta vez com os paradigmas de Jesus.

Divida a turma em pequenos grupos.

Diversas etapas vão acontecendo e será preciso fazer escolhas.




Separe as etapas e siga a numeração. Explore com o grupo todo o conhecimento que eles tem sobre o ítem exposto.



Faça listas de diversas cores, de acordo com o número de alunos que você tem e, consequentemente, com o número de grupos necessário.



Separe em sacolas por grupo de cor para distribuir.



Existe a escolha certa ou errada? Ou um final ideal? Vitoriosos ou perdedores?

Como se sentiram na experiência de ter que abrir mão de algum ítem e de fazer isto em forma de consenso com o grupo? Como fazemos estas escolhas? baseados em que? Até que ponto as escolhas dos outros me influenciam? Não fazer escolhas é possível? Escutamos o outro ou impomos nossas escolhas? Em que momento é mais difícil fazer escolhas? Do que necessitamos abrir mão para atingir as nossas metas?

Nesta experiência foi possível avaliar a importância de trabalharmos com nossas virtudes e sabermos a hora de superarmos nossos defeitos e erros. Assim que entendemos a mensagem da Boa Nova, sentimentos mais nobres passam a ser a nossa escolha em qualquer situação.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

O QUE VOCÊ FARIA COM...

...10.000kg de trigo?
...10.000 kg de cimento?
...10.00 reais?

O Rei saiu em viagem, mas antes dividiu seus bens entre seus servos, pedindo que administrassem da melhor forma. No seu retorno, cada grupo de servos deveria prestar contas do recebido.

O grupo 1 ficou com o trigo, o grupo 2 ficou com o cimento e o grupo 3 com o dinheiro. Cada grupo se reune e decide sobre as possibilidades de uso e administração daquilo que recebeu.

Depois de 6 meses (1/2 hora) o Rei retornou para prestação de contas. Cada grupo expõe aos demais o que fez com o que recebeu do Rei.

Grupo 1: vendeu e comprou trigo buscando ganhar cada vez mais para os próprios membros.

Grupo 2: comprou casa para os desabrigados, construiu uma Igreja para as pessoas que tem fé, construiu um fábrica para reciclagem para dar empregos e informou que gostaria de deixar o Reino limpo para a chegada do Rei.

Grupo 3: deu 500 para o grupo do trigo, 500 para o grupo do cimento, com 5.000 comprou o castelo do Rei, usou 500 para manutenção do castelo e 3.000 para dividir entre eles (faltaram 500).

Conclusão do Rei:

Para o grupo 1: que eles haviam sido egoístas pensando exclusivamente neles próprios, não se preocuparam em usar a riqueza material para gerar mais riquezas nem para gerar bem estar para o povo (riqueza espiritual). Foram considerados MAUS SERVOS.

Para o grupo 2: constatou que as riquezas materiais foram empregadas em coisas produtivas visando a geração de mais riquezas e também bem estar para TODOS. Foram considerados BONS SERVOS.

Para o grupo 3: o Rei ficou satisfeito em ver que eles haviam pensado nos outros grupos, mas tinham se perdido em dar prioridade no bem estar pessoal, comprando Castelo e dividindo o dinheiro entre eles. Da forma que foi feito rapidamente eles ficariam sem recursos financeiros e não conseguiriam manter o que tinham recebido. Também foram considerados MAUS SERVOS.

Então o Rei contou a sobre a visita de JESUS à casa de ZAQUEU, enfatizando a mudança de comportamento de ZAQUEU, homem com riqueza de procedência duvidosa e mau visto entre os seus, que, ao tomar conhecimento da BOA NOVA, abre mão da riqueza material distribuindo-a entre os pobres e buscando ressarcir a quem quer que por ventura houvesse prejudicado.

Neste reinado, uma reformulação de idéias é necessária!

O Rei bondoso e justo, oferece aos dois grupos considerados MAUS SERVOS a oportunidade de refazer a tarefa esperando que com esta experiência tivessem aprendido a lição: não importa quanto seja a sua riqueza, mas ela deve produzir frutos para todos, não importanto o que tenho exatamente, mas o que faço com o que tenho. E ainda, perceber que sempre podemos contribuir com o bem estar geral.

Então, os grupos puderam ter uma nova oportunidade de usarem dos recursos:

O Grupo 1 utilizou o fruto da venda do TRIGO para construir padarias e alimentar o povo. ÓTIMO!!!

O Grupo 2 teve muita dificuldade para utilizar produtivamente o dinheiro, demonstrando que é realmente uma tarefa difícil administrar dinheiro. Pediu ajuda aos outros grupos e aí surgiram melhores idéias, como construção de fábricas, escolas, etc.

Todos perceberam que o ideal é a parceria entre os grupos, onde a minha riqueza complementa a sua e vice-versa.


domingo, 14 de novembro de 2010

PASSA ADIANTE ou FAZ a TAREFA?

Você conhece este brinquedo? Bem, fizemos nossa aula com ele para aprendermos de uma maneira divertida! O objetivo é pegar o maior número de borboletas. Ao ser ligado, com o corpo de plástico amarelo esticado, um ventilador interno joga as borboletas para o alto, que descem voando pelo ambiente. (Se você não tiver este brinquedo, faça com balão de encher. Coloque as borboletas com tarefas no balão vazio, encha-o e estoure durante a dinâmica)



Novas borboletas foram criadas, em papel manteiga, para serem leves e poderem voar como as outras. Nas borboletas brancas foram escritas tarefas, situações engraçadas ou doutrinárias e também prêmios.

Por exemplo:
- pular como sapo
- agradecer
- assobiar a canção "Amigo"
- desculpar-se
- escolha sua tarefa
- conte um caso
(crie bastante tarefas!)




Dividimos a turma em dois grupos. Um representante de cada grupo joga de cada vez. Aquele que pegar o maior número de borboletas é quem continua a dinâmica. As tarefas devem ser encaradas com seriedade e serão julgadas pelo grupo rival, que dirá se ela foi bem executada ou não.


(você pode fazer este pegador com filtro de pano para café)


Mas a pergunta é: você faz a tarefa ou passa para o grupo rival?

E por isso, dentre as tarefas, é preciso ter aquelas em que não gostaríamos de fazer (cantar como uma ópera) ou ficamos envergonhados (cocoricar como um galo; rosnar; miar) ou não sabemos responder (uma questão doutrinária), embora tenha aquelas que não queremos abrir mão (vale um bombom).






Em todo momento desta dinâmica estaremos lidando com a caridade: ao respeitarmos a vez do outro, ao interferimos ou não na atividade; ao julgarmos a eficiência do grupo rival e sermos justos; ao cedermos a vez; ao respeitarmos o tempo estipulado; ao fazer ou não a tarefa.
Explore bem cada situação e belas lições serão compartilhadas através de uma divertida brincadeira!

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

SEM CARIDADE NÃO VAI DAR NÃO!

Normalmente, a primeira impressão é a que fica! e não mudamos nossa opinião, tiramos nossas conclusões, fechamos o nosso entendimento para novas respostas.

Comece esta aula mostrando as figuras.



É um gato ou um rato?



Quantas patas tem este elefante?




As linhas dentro dos círculos parecem se inclinar?




Que imagem você consegue ver?




O que está escrito dentro deste quadro?




Você vê um homem ou uma mulher de costas?



Vai ser divertido ouvir as respostas! Cada um acha uma coisa, vê diferentes coisas e em sequência alteradas...

Depois desta sensibilização, conte esta história.

Esta é a história de Miguel. Várias pessoas viram e tiraram a sua conclusão sobre o que estava acontecendo...

Escreva em cartolinas cada relato desta história, distribua pela sala e peça para as crianças lerem, em sequência, individualmente ou uma delas em voz alta para o grupo.



Relato do padeiro:

Esse menino não é muito certo da bola não. Ás vezes, cumprimenta a gente,o utras vezes parece que nunca me viu. Tem dias até que puxa um dedinho de prosa comigo, e ainda faz comentários do jogo da véspera. Quando procuro por ele, para continuar o assunto, já não está mais lá. Ontem chegou aqui de cara amarrada, com os olhos vermelhos!…

Não sei, não!… Acho que ele se droga…

Pediu 1 litro de leite e 2 pãezinhos e se mandou. Ele é muito esquisito!!! Coitada da mãe dele!!! Deve sofrer!!!

Relato da mãe:

Naquela manhã, Miguel acordou cedo, não quis tomar café. Nem ligou para o bolo que eu havia feito especialmente para ele. Não quis vestir o casaco que eu lhe dei. Disse que estava com pressa e reagiu com impaciência aos meus pedidos para que se alimentasse e se agasalhasse! Ele continua uma criança que precisa de cuidados o tempo todo. Ele já tem 14 anos, mas não tem noção do que é bom para ele.

Relato do Trocador de Ônibus:

Naquela manhã de sábado, entrou no ônibus um rapaz com toda a pinta de pivete. Cara fechada, de mal com o mundo, meio nervoso. Fiquei de olho nele, esperando que assaltasse alguém. Levava uma sacola de plástico com, provavelmente, aquilo que ele já havia roubado antes. Olhava o tempo todo para o relógio, como se estivesse admirando o que roubou. Essa juventude de hoje!!! O mundo está mesmo perdido!!! Fiquei aliviado quando ele desceu, sem ter conseguido assaltar ninguém. Também pudera!!! Ele sentia que eu estava o tempo todo de olho nele!!!

O vendedor do Mc Donald’s:

Logo de manhã, apareceu um garoto quando ainda estávamos abrindo a loja… Parecia um doido!! Queria, por que queria, que tudo parasse e ele fosse logo atendido. Queria o hamburguer para ontem!!! Ora, bolas! Como se eu fosse o empregado dele! Não era muito normal, não! Ficava andando de um lado para o outro, olhando o relógio, falando sozinho…!

O porteiro:

Esse garoto está sempre afobado! Fala com a gente e mastiga o sanduíche ao mesmo tempo!! Engraçado que está sempre atrás do mesmo garoto! “Cadê o Zé? Você viu o Zé? Pra onde foi o Zé?” Ihh, não sei não! Parece coisa de boiola, sempre atrás de homem!

Relato do faxineiro:

Ah! Eu sabia! Não é de hoje que eu desconfiava desse pilantra!! Peguei ele no flagra!!!

Desde que me falaram que tem gente roubando coisas no vestiário, eu fiquei de olho, né? Ninguém presta atenção num faxineiro… Então fica mais fácil, e não deu outra!

Como quem não quer nada, eu estava lá enrolando na limpeza do vestiário, varrendo, mas prestando muita atenção no movimento. Foi quando entrou aquele garoto, olhando para todos os lados, mais para ver se alguém podia ver o que ele ia fazer… Para ele, eu não existia, seu olhar passava direto por mim. Quando ele tirou as chuteiras roubadas do saco plástico, eu não tive dúvida! Botei a boca no trombone, comecei a gritar!!!

Socorro, ladrão!! Pega ladrão, pega ladrão!!!


Afinal, o que está acontecendo? Perguntar o que pensam do Miguel. Será que ele é doido? Será que ele é problemático? Por que tanta pressa?

O que será que Miguel está fazendo?

Distribua tiras de papel e lápis e peça que eles dêem a sua opinião sobre o que está acontecendo. Leia as respostas antes de ler o final da história para que eles possam perceber se há compreensão e benevolência da parte deles. Na minha turma, Miguel foi mal interpretado, chamado de ladrão e nervosinho.



Após a leitura, conte em voz alta a versão do próprio Miguel.

Versão do Miguel:

Eu só penso em futebol. Fico pensando, a semana inteira, nas peladas do final de semana, nos treinos que eu assisto, do meu timão do coração, lá na Gávea. Zico é o meu maior ídolo! Tu nçao sabe o que aconteceu, ontem, lá na Gávea, meu amigo Zé veio me avisar que o próprio Zico estaria lá, no dia seguinte, testando a galera para formar como jogador de futebol no seu time. Fique logo bolado e lógico que eu queria ser testado também, né!? perguntei pro Zé se eu podia comparecer e ele disse que era só chegar com chuteiras, (óbvio), cópia da certidão de nascimento e 1 retrato. E, principalmente que chegasse na hora certa, sem me atrasar, por que o Zico é rigoroso pacas quanto ao horário.

Meu irmão, nem dormi direito esta noite. Acho que era ansiedade, dormi mal pra caramba!!! Pô, fique só pensando, imagina, ver o Zico de perto, jogar bola com ele, isso é meu sonho! Muito show, imagina só, vc não está entendendo, o Zico como meu treinador, isso é demais!

Ao me levantar, depois de uma noite horrível, fui comprar o leite e o pão para a mamãe. Detesto chegar na birosca do Seu Manoel e ver, sempre, aquela gente desde de manhã. Acho até que nem foram pra casa dormir ainda! Quando eu chego lá e esse pessoal está lá também, compro as paradas e saio fora rapidinho. Eu gosto do Seu Manoel, pena que ele não pode escolher pra quem vai vender, até por que ele precisa ganhar dinheiro... Mas é sinistro essa galera que só fica bebendo, nada haver. Quando tá vazio até dou uma parada pra trocar uma idéia com ele, mas isso é tão raro!

Deixei o leite e o pão na cozinha. Peguei minhas chuteiras e meti o pé pra não me atrasar. Ouvi a mamãe resmungando pra comer bolo e botar o casaco, puxa, maior sol lá fora, e eu nem estava querendo comer em casa, vou ao Mc Donald’s. Ela sempre faz esse bolo, mas é que hoje estou com pressa mesmo!

O ônibus, pra variar, demorou pra caramba! Já estava boladão! Cara, se houver trânsito, não vai nem dar pra eu comer alguma coisa. Tenho até medo de passar mal no treino. Eu estava tão ansioso que toda hora olhava no relógio, como se pudesse parar o tempo.

Finalmente desci do ônibus e deu tempo de eu comprar um rango. Fui no Mac ali do lado, rezando pra neguinho me servir logo, por que eu não podia me atrasar. O pior de tudo é que o único vendedor, naquela hora, era uma lesma! Acho até que estava fazendo de propósito para me deixar irritado...

Ufa! Consegui chegar no clube na hora! Perguntei para o porteiro se ele havia visto o Zé, meu amigo. Ele disse que o Zé já tinha chegado e que devia estar no vestiário. Fui voando pra lá, olhando para todos os lados, vendo se encontrava o Zé. Entro no vestiário e só quem estava lá dentro era aquele faxineiro fofoqueiro que eu não gosto. Tá sempre rondando, parece um carrapato pegajoso!… E adora puxar o saco do pessoal! Deve achar que vai levar uma graninha com isso. Quando resolvi me trocar e procurar o Zé depois, o maluco começou a gritar: – Socorro! Ladrão! Pega ladrão! Nem sei qual foi, mas quando fui ver ele estava apontando pra mim! Que sufoco! Me ferrei todo, mas consegui provar que eu estava limpo.

Finalmente, o incidente saiu melhor que a encomenda. Zico soube do ocorrido, e cada vez que me olhava começava a rir, imaginando a situação. E foi assim que fui notado e consegui ficar entre os escolhidos.


Será que fomos caridosos em tentar entender o que estava realmente acontecendo?

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

quarta-feira, 28 de julho de 2010

NÃO SAIBA A MÃO DIREITA O QUE FAZ A ESQUERDA


Esta história está completa aqui: http://evangelizandoagora.blogspot.com/2008/08/para-falar-de-sentimentos.html

Mas, e se acontecesse de forma diferente?

Na história original, este homem percebeu rapidamente o engano da moça ou pensou que ela estava com fome.
Ele não se importou em dividir, em auxiliar o próximo e não quis constranger a moça. Não se sentiu usado ou achou abuso seu biscoito ser comido. Não fez alarde sobre estar sendo generoso e não censurou a moça.
Ele fez a sua parte da melhor forma que podia, dividindo até o último biscoito.


Mas, e se acontecesse de forma diferente? ou melhor, se acontecesse da forma como normalmente todos nós agimos?

Ofendidos, achando que estamos em desvantagem, que estão se dando bem em cima de nossa distração ou engano, que querem ser melhores do que nós.
O último biscoito tem que ser o meu...

...ou então vai ter briga, discussão e veremos quem vence!

Estamos o tempo todo provando a nós e ao mundo que somos os melhores!

Nossa mão direita é incapaz de fazer algo e ainda pede ajuda à esquerda para nossas piores reações!




Chegamos mesmo a nos ofender quando o outro não valoriza ou dá atenção a nossa raiva!

Se conduta é fora do convencional, não a compreendemos, pelo estado de egoísmo que ainda nos mantemos. Classificamos o outro de otário, dizemos que faz papel de bobo, deixando de perceber que, esta pessoa já é capaz de fazer pelo outro sem alarde, de não se magoar pelas pequenas coisas e de respeitar nosso momento de inferioridade e falta de discernimento.

Na tarefa de ajudar, o bem maior é aquele que ainda está por fazer.
André Luiz

sábado, 17 de julho de 2010

MEUS OLHOS DE VER O MUNDO



Como vemos a vida, as pessoas e o mundo que nos cerca?


Será que temos observado com atenção?

Será que valorizamos ou depreciamos o que está a nossa volta?


Distribua óculos de papel cartão feitos anteriormente. Se possível, um para cada um, pois assim todos participarão da dinâmica ao mesmo tempo.

As "lentes" dos óculos são dos mais variados tipos: papel de bala, tirinhas do papel de bala, celofane, tecido, plástico transparente e plástico colorido, papel manteiga ou vegetal, qualquer material que você tiver disponível em casa.

Após um tempo, peça que troquem entre si para que eles experimentem novos olhares.


Molde


No início, é bastante divertido!

Peça que descrevam a sensação. Tirem e coloquem o óculos para ver a mesma coisa: o rosto do amigo, a cadeira, o lápis ou o caderno. Qual é o mais fácil? e o mais difícil? todos os modelos de óculos interferem no que estou vendo? qual gostaram mais? qual gostaram menos?

Aos poucos vamos percebendo que estamos com traves e ciscos nos olhos que atrapalham nossa visão e nos fazem ver de maneira deturpada e irreal o que está a nossa volta.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

MAIS HISTÓRIAS PARALELAS








Acompanhe as histórias em linha vertical.

Na linha da esquerda é a história de alguém ligado aos animais. Vive cercada de bichos, possui alguns cães e gatos, se sensibiliza pelos bichos que passam necessidade e atua ajudando instituições e abrigos de animais. Seu amor ultrapassa aos que convivem com ela e abrange a outros que necessitem de amparo.
A história da direita é sobre outra pessoa que também gosta de animais e tem o seu cão fiel e companheiro de todas as horas, que usufrui de seu bem estar com tranquilidade, sem prejudicar a ninguém.

Deixe o grupo contar o que está vendo. A partir do que eles percebem, da leitura que as imagens traduzem, você pode conduzir sua aula.


O QUE NÓS PODEMOS
APRENDER COM OS CÃES?

1. Nunca deixe
passar a oportunidade de sair para dar uma volta.

2. Deixe o vento tocar o seu rosto.

3. Quando pessoas queridas chegam em casa, sempre corra para cumprimentá-los.

4. Quando for de seu interesse, seja obediente.

5. Deixe os outros perceberem quando invadiram o seu território.

6. Tire umas sonecas e sempre se espreguice

antes de se levantar.

7. Corra e brinque todos os dias.

8. Coma com gosto e entusiasmo.

9. Seja leal.

10. Nunca finja ser o que não é.

11. Se o que você deseja está enterrado,

cave até encontrá-lo.

12. Quando alguém não está tendo um bom dia,

fique quieto, sente perto dessa pessoa
e dê carinho.

13. Fique contente com a atenção recebida e deixe que as pessoas toquem você.

14. Evite morder,
quando um simples rosnado resolverá o problema.

15. Em dias quentes, beba muita água e descanse à sombra de uma árvore.

16. Quando você estiver contente,

dance e mexa todo o seu corpo.

17. Não importa com que frequência você seja criticado, simplesmente demonstre a sua
amizade.


Distribua a ficha abaixo. Pelas respostas você pode concluir esta aula.







Tempos mais tarde, ao desencarnarem, cada um recebe de volta aquilo que ofereceu.




A minha turma em peso escolheu ser o rapaz da história com seu cão. A sua vida tranquila e bem resolvida e, principalmente, o seu cão fiel, cativou-os profundamente. A imagem solitária no plano espiritual não os amedronta ou incentiva a outros comportamentos, pois, pelo menos, eles tem o cão fiel ao seu lado.

É errado querer paz e tranquilidade, ganhar para seu sustento e usufruir? absolutamente não, mas a humanidade continuará vivenciando experiências egoístas, distanciados dos ideais de solidariedade, da bondade e do amor fraternal, estagnando e deixando de circular os empréstimos de Deus.

André Luiz nos fala: Na tarefa de ajudar, o bem maior é aquele que ainda está por fazer.

HISTÓRIAS PARALELAS



Acompanhe as histórias em linha vertical.

Na linha da esquerda é a história da festa de aniversário da Paula. Sua mãe e Paula fazem todos os preparativos, montam as caixinhas de lembranças, preparam os docinhos, enchem os balões. No final do dia é só se vestir e aguardar para comemorar!
A história da direita é sobre a festa de aniversário da Luíza. Sua festa será grandiosa, digna de uma princesa. Balões decoram todo o espaço, os mais variados doces enfeitam as mesas, lembranças serão distribuídas para todos. É preciso estar vestida de acordo e se comportar como tal!

Deixe o grupo contar o que está vendo. A partir do que eles percebem, da leitura que as imagens traduzem, você pode conduzir sua aula.

Distribua a ficha abaixo. Pelas respostas você pode concluir esta aula.





No momento tão esperado da festa, de acordo com nossos valores, iremos usufruir deste momento ou não.


Desta vez houve uma divisão na escolha sobre qual história eles gostariam de vivenciar. Ter uma festa de príncipe/herói ou princesa é o sonho de qualquer criança!

É errado oferecermos para nossos filhos festas, presentes ou viagens? absolutamente não! mas a maneira como lidamos com isso faz toda a diferença. As duas festas devem promover alegria, união e comemoração.

A Boa Nova de Jesus é o convite para uma festa, um banquete. Comida em abundância, muitos os convidados, inclusive pobres e estropiados, com muita alegria e celebração.

domingo, 27 de junho de 2010

AÇÃO NO MUNDO

Leve papel, tesoura e cola.
Distribua uma folha em branco para dobrar e fazer seu envelope. Peça para que coloquem o nome do lado de fora.

Mostre uma folha com lista de coisas que eles descobriram sobre alguém. É preciso levar cópias , pois mais de um pode escolher a mesma opção. Cada um escolhe uma situação, recorta e coloca no envelope.


Num segundo momento, eles recebem uma lista de coisas sobre como eles vão lidar a respeito da situação anteriormente escolhida. Escolhem uma, recortam e colocam no envelope.

Fecham o envelope e nos entregam. Abrimos um por um para ver as escolhas e respostas.

Vamos conversar sobre 4 conceitos principais:
Fazer o bem sem ostentação,
Dar sem esperar retribuição,
Caridade material e caridade moral,
Não perder a oportunidade de fazer o bem.


aula elaborada pelo evangelizador Fernando Leite.

terça-feira, 15 de junho de 2010