quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Dia de Comemoração!

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

PERDENDO o JEITO de CONVERSAR


EXEMPLO




segunda-feira, 26 de outubro de 2009

FOI VOCÊ !








segunda-feira, 19 de outubro de 2009

ESCOLHAS

Quais são as nossas prioridades e nossos valores, nas escolhas que precisamos fazer?

Monte uma sacolinha, simbolizando uma mochila. Coloque dentro dela 40 cartões simbolizando 40 utilidades necessárias para uma viagem.


Monte os cartões em retângulos para serem recortados.

Assim:

Veja outras sugestões de utilidades:

- álcool

- antialérgico

- insulina

- esparadrapo

- soro fisiológico

- cobertor

- casaco

- repelente


Separe a turma em grupos de 5 a 6 pessoas para cada “mochila”.

EXECUÇÃO:

Passo 1: DISTRIBUIÇÃO DAS MOCHILAS.

Distribuir as “mochilas” com as 40 utilidades dentro.


Passo 2: PREPARATIVOS PARA O INÍCIO DA VIAGEM

Convidar os grupos para uma viagem de 3 dias por uma floresta, onde poderão encontrar dificuldades e obstáculos pelo caminho.

Cada grupo irá levar uma mochila que só poderá conter no máximo 30 utilidades.

Os membros do grupo deverão entrar em consenso sobre as 10 utilidades que deverão ser descartadas.A viagem só poderá ser iniciada após cada mochila conter 30 utilidades.


Passo 3: Os obstáculos do percurso começam a aparecer.

1º OBSTÁCULO: “RAFTING NAS CORREDEIRAS”

Para o grupo poder ultrapassar este obstáculo deverá esvaziar a mochila de 2 utilidades.

A viagem só poderá continuar quando cada grupo descartar 2 utilidades e estiver agora com 28 no total.


Passo 4: 2º OBSTÁCULO: “ RAPEL NA CACHOEIRA”

Para o grupo poder ultrapassar este obstáculo deverá esvaziar a mochila de 4 utilidades.

A viagem só poderá continuar quando cada grupo descartar 4 utilidades e estiver agora com 24 utilidades no total.


Passo 5: 3º OBSTÁCULO: “ TRILHA NO PENHASCO”

Para o grupo poder ultrapassar este obstáculo deverá esvaziar a mochila de 5 utilidades.

A viagem só poderá continuar quando cada grupo descartar 5 utilidades e estiver agora com 19 utilidades no total.


Passo 6: 4º OBSTÁCULO: “ TRAVESSIA DE PONTE PÊNSIL”

Para o grupo poder ultrapassar este obstáculo deverá esvaziar a mochila de 7 utilidades.

A viagem só poderá continuar quando cada grupo descartar 7 utilidades e estiver agora com 12 utilidades no total.


Passo 7: 5º OBSTÁCULO: “ NADANDO NO RIO”

Para o grupo poder ultrapassar este obstáculo deverá esvaziar a mochila de 7 utilidades.

A viagem só poderá continuar quando cada grupo descartar 7 utilidades e estiver agora com 5 utilidades no total.


Passo 8: 6º OBSTÁCULO: “ATRAVESSANDO O PÂNTANO”

Para o grupo poder ultrapassar este obstáculo deverá esvaziar a mochila de 4 utilidades.

A viagem só poderá continuar quando cada grupo descartar 4 utilidades e estiver agora com 1 utilidade no total.



Todos os grupos terminam com uma utilidade. Existe a escolha certa ou errada? Ou um final ideal? Vitoriosos ou perdedores?

Como se sentiram na experiência de ter que abrir mão das utilidades e de fazer isto em forma de consenso com o grupo?

É fácil ter que descartar 10 ítens entre 40 utilidades? e 2? e 7?

Como fazemos estas escolhas? baseados em que?

Até que ponto as escolhas dos outros me influenciam?

Não fazer escolhas é possível?

Escutamos o outro ou impomos nossas escolhas?

Em que momento é mais difícil fazer escolhas?

Do que necessitamos abrir mão para atingir as nossas metas?



Viver é uma grande viagem e essa viagem é cheia de obstáculos. Como ninguém é uma ilha, vivendo todos em sociedade, caminhando sempre em grupo, então, muitas das escolhas que fazemos são feitas por consenso com o grupo social que compartilhamos. Pode ser no lar, na escola, no trabalho, ou seja, em variados grupos, escolhemos diariamente o que é prioridade para nós.


domingo, 4 de outubro de 2009

DEUS para nós

A visão de Deus em depoimentos. Muitos escreveram sua visão pessoal e escutamos belos textos. Alguns buscaram sua visão através de textos na literatura espírita. Outros trouxeram letra de música. E outros poesias.

Esta é clássica e vale a pena ler e ouvir novamente.

SE EU QUISER FALAR COM DEUS

Gilberto Gil - 1980
Se eu quiser falar com Deus
Tenho que ficar a sós
Tenho que apagar a luz
Tenho que calar a voz

Tenho que encontrar a paz
Tenho que folgar os nós
Dos sapatos, da gravata
Dos desejos, dos receios
Tenho que esquecer a data
Tenho que perder a conta
Tenho que ter mãos vazias
Ter a alma e o corpo nus

Se eu quiser falar com Deus
Tenho que aceitar a dor
Tenho que comer o pão
Que o diabo amassou
Tenho que virar um cão

Tenho que lamber o chão
Dos palácios, dos castelos
Suntuosos do meu sonho
Tenho que me ver tristonho
Tenho que me achar medonho
E apesar de um mal tamanho
Alegrar meu coração
Se eu quiser falar com Deus
Tenho que me aventurar
Tenho que subir aos céus
Sem cordas pra segurar
Tenho que dizer adeus

Dar as costas, caminhar
Decidido, pela estrada
Que ao findar vai dar em nada
Nada, nada, nada, nada
Nada, nada, nada, nada
Nada, nada, nada, nada
Do que eu pensava encontrar



Ouvimos a Sinfonia e seu coro. Vejam a parte final.
ODE à ALEGRIA - Sinfonia nº9 - Beethoven


(....)
Abracem-se milhões!
Enviem este beijo para todo o mundo!
Irmãos, além do céu estrelado
Mora um Pai Amado.
Milhões se deprimem diante Dele?
Mundo, você percebe seu Criador?
Procure-o mais acima do Céu estrelado!
Sobre as estrelas onde Ele mora!

Horácio nos presenteou com esta visão de Deus. Ele trouxe uma caixa e pediu que esta circulasse pelo grupo e cada um, individualmente e sem comentar o que via, abrisse a caixa e olhasse seu interior.

Em poucos instantes, passando de mão em mão, os olhares e expressões eram de pura alegria.

Cada reação, ao descobrir-se olhando para você mesmo, eram bem interessantes. Uns falaram "eu amo este Deus", outros sorriam e passavam adiante a caixa, alguns riam entusiasticamente.

E Horácio conclui que esta era a intensão dele, que todos se descontraíssem e descobrissem a alegria de estar com seu Deus interior.

Muito
bom, realmente !




Eu levei os trabalhos das crianças. Após olharmos os desenhos e textos, apaguei as luzes da sala e projetei estrelas nas paredes. A idéia era nos sentirmos inseridos dentro do mesmo ambiente de Deus. Com ele.

Somos todos um.

domingo, 20 de setembro de 2009

LEI de CAUSA e EFEITO

A gangorra representa nossas idas e vindas, nossa alternância nas reencarnações.



Em tempos remotos, um legionário abusou da violência e poder. Em tempos de hoje, eles são irmãos, resolvendo séculos de antagonismos.




A espiritualidade aproveita qualquer ocasião para que sejamos vitoriosos. A notícia é a Boa Nova, e se é boa, é para nos deixar felizes, onde tudo conspira a nosso favor. Uma nova oportunidade é oferecida a estes dois, onde estarão vivendo como mãe e filho. O que resultará disto é consequência direta de como será vivida esta oportunidade.

Os relacionamentos são construídos para que nos aproximemos uns dos outros, renovando sentimentos e esquecendo mágoas e ressentimentos.



A maneira como vivo influencia diretamente em como estarei no plano espiritual e o que viverei na próxima reencarnação.

LEI de CAUSA e EFEITO: no dia-a-dia

Continuando o estudo sobre o plano espiritual, o que somos e como as nossas atitudes influenciam sobre esta e outras encarnações, nesta dinâmica vamos observar comportamentos diários e como eles atuam em nossas vidas.

Faça uma lista de atitudes de causa e outra lista de atitudes de efeito. Estes ítens não precisam estar vinculados diretamente uma o outro.


CAUSA

CAUSA

ajudar na arrumação da casa

CAUSA

arrumar o material escolar

CAUSA

arrumar o quarto

CAUSA

atender aos pedidos dos pais

CAUSA

brigar com o irmão

CAUSA

mentir para os pais

CAUSA

cigarro

CAUSA

dormir cedo

CAUSA

dormir tarde

CAUSA

estudar

CAUSA

fazer tarefa escolar em casa

CAUSA

hamburger

CAUSA

ir ao baile funk

CAUSA

jogar video game

CAUSA

não se importar com os mais velhos

CAUSA

praticar esporte

CAUSA

respeitar regras da escola

CAUSA

computador

CAUSA

tomar conta da avó no hospital

CAUSA

tomar conta do irmão


EFEITO 10 anos depois

EFEITO

mãe atenciosa

EFEITO

mentir no trabalho, em casa

EFEITO

pessoa calma e concentrada

EFEITO

pessoa concentrada nas tarefas

EFEITO

pessoa doente

EFEITO

pessoa estressada

EFEITO

pessoa inteligente

EFEITO

pessoa que não consegue arranjar emprego

EFEITO

pessoa saudável

EFEITO

pessoa super-ativa

EFEITO

receber carinho dos filhos

EFEITO

receber desprezo dos filhos

EFEITO

ser amigo

EFEITO

ser boa dona de casa

EFEITO

ser desleixada

EFEITO

ser pessoa desorganizada

EFEITO

ser pessoa organizada

EFEITO

ser respeitado

EFEITO

sucesso na profissão

EFEITO

ter problema de relacionamento


Recorte as tiras, separando causa e efeito.


Separe em grupos e tenha cópias separadas para cada grupo. Entregue as tiras recortadas e deixe que eles façam a associação que, na opinião deles, faz sentido.

Veja um resultado obtido em sala de aula:

Baseado no resultado de cada associação, converse com o grupo sobre causa e efeito, sobre a maneira que eles percebem suas atitudes e como isto está atuando em suas vidas.

Esta foi uma aula muito proveitosa. Bons resultados e boas conversas surgiram desta dinâmica.


quinta-feira, 10 de setembro de 2009

DEUS

Agora que chegamos ao céu (plano espiritual), como será que eu entendo Deus? como ele é, o que faz, será que eu já parei para pensar sobre ele?



Este Deus é representado por uma pessoa jovem e feliz! Cuida de todos e da natureza.


Este Deus tem brilho e é justo e honesto. Em seu texto, Ariane complementa: "Deus criou o mundo para as pessoas evoluírem cada vez mais. "




Esta representação é timida, mas diz bastante: na frase do alto, após a nuvem, está escrito: "Ele é atencioso." O anjinho, em destaque abaixo, demonstra a preocupação com a Criação. É o momento que vivemos hoje, alertas sobre a água, o lixo, os recursos naturais, estão sendo dados diariamente e as crianças estão atentas...





O trabalho da Stela foi escrito, sem desenhos ou colagens, e eu transcrevo aqui:
"Deus para mim é tudo, porque se não fosse Deus eu não estaria neste mundo.
Deus para mim é ter a minha mãe perto de mim.
Deus para mim é ter a natureza pertinho de mim.
Deus para mim é viver."

Lindo, não? O resultado geral é estimulante. Em meio a bagunça, conversas, o trabalho de divulgação da Doutrina dos Espíritos e do Evangelho de Jesus tem sido compreendido por esta geração que fará a diferença daqui há alguns anos em nossa sociedade e, consequentemente, em nosso planeta.

Esta semana estarei trabalhando este tema com os adultos e colocarei o resultado aqui para compararmos.

O PLANO ESPIRITUAL

As crianças mostraram uma dificuldade de compreender que, ao morrermos, aquele corpo, agora composto de matéria sutil, somos nós mesmos em um outro plano.
Uma sequência de aulas vêm tenta
ndo melhorar esta compreensão. Dando continuidade, então, sobre o tema MORTE/DESENCARNE/ESPÍRITO, chegamos agora ao plano espiritual.

A turma foi dividida em quatro grupos. Cada grupo recebeu uma folha maior que uma cartolina, revistas, lápis, canetas, tesouras e cola, e usando qualquer técnica, como desenho, colagem, recorte, foi pedido que els representassem o que é o CÉU.


No imaginário infantil, fantasmas cobertos por lençóis, são uma representação dos habitantes do céu.




Esta mulher correndo está literalmente correndo atrás...





"O que não vamos ver lá encima."
Isto aqui é muito bom ! demonstra que, de alguma forma , a mensagem é compreendida !





Este trabalho está representado por uma Terra e um Céu dividido entre o bom e o mau.

Esta imagem é forte, mas muito presente no dia-a-dia deles: um PM, dizendo estar com a arma carregada. Acima dele, um ser que flutua e é assustador.





Esta imagem representando o céu é linda !

Fecha com chave de ouro esta aula sobre o céu.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Companhias



Escolhemos nossas companhias, atraíndo através da identidade de pensamentos e sentimentos, tanto para o bem como para o mal.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

O DESENCARNE de DIMAS





desenhos da evangelizadora Lena Feury

OBREIROS da VIDA ETERNA, cap. XIII, Companheiro Libertado,

"...Ordenou Jerônimo que me conservasse vigilante, de mãos coladas à fronte do enfermo, passando, logo após, ao serviço complexo e silencioso de magnetização. Em primeiro lugar, insensibilizou inteiramente o vago, para facilitar o desligamento nas vísceras. A seguir, utilizando passes longitudinais, isolou todo o sistema nervoso simpático, neutralizando, mais tarde, as fibras inibidoras no cérebro. Descansando alguns segundos, asseverou:

- Não convém que Dimas fale, agora, aos parentes. Formularia, talvez, solicitações descabidas.
...
E porque eu indagasse, tímido, por onde iríamos começar, explicou-me o orientador:

- Segundo você sabe, há três regiões orgânicas fundamentais que demandam extremo cuidado nos serviços de liberação da alma:

o centro vegetativo, ligado ao ventre, como sede das manifestações fisiológicas; o centro emocional, zona dos sentimentos e desejos, sediado no tórax, e o centro mental, mais importante por excelência, situado no cérebro.
...
Aconselhando-me cautela na ministração de energias magnéticas à mente do moribundo, começou a operar sobre o plexo solar, desatando laços que localizavam forças físicas. Com espanto, notei que certa porção de substância leitosa extravasava do umbigo, pairando em torno. Esticaram-se os membros inferiores, com sintomas de esfriamento.
...
Jerônimo, com passes concentrados sobre o tórax, relaxou os elos que mantinham a coesão celular no centro emotivo, operando sobre determinado ponto do coração, que passou a funcionar como bomba mecânica, desreguladamente. Nova cota de substância desprendia-se do corpo, do epigástrio à garganta, mas reparei que todos os músculos trabalhavam fortemente contra a partida da alma, opondo-se à libertação das forças motrizes, em esforço desesperado, ocasionando angustiosa aflição ao paciente. O campo físico oferecia-nos resistência, insistindo pela retenção do senhor espiritual.
...
O Assistente estabeleceu reduzido tempo de descanso, mas volveu a intervir no cérebro. Era a última etapa. Concentrando todo o seu potencial de energia na fossa romboidal, Jerônimo quebrou alguma coisa que não pude perceber com minúcias e brilhante chama violeta-dourada desligou-se da região craniana, absorvendo, instantaneamente, a vasta porção de substância leitosa já exteriorizada. Quis fitar a brilhante luz, mas confesso que era difícil fixá-la, com rigor. Em breves instantes, porém, notei que as forças em exame eram dotadas de movimento plasticizante. A chama mencionada transformou-se em maravilhosa cabeça, em tudo idêntica à do nosso amigo em desencarnação, constituindose, após ela, todo o corpo perispiritual de Dimas, membro a membro, traço a traço. E, à medida que o novo organismo ressurgia ao nosso olhar, a luz violeta-dourada, fulgurante no cérebro, empalidecia gradualmente, até desaparecer de todo, como se representasse o conjunto dos princípios superiores da personalidade, momentaneamente recolhidos a um único ponto, espraiando-se, em seguida, através de todos os escaninhos do organismo perispirítico, assegurando, desse modo, a coesão dos diferentes átomos, das novas dimensões vibratórias.
Dimas-desencarnado elevou-se alguns palmos acima de Dimas-cadáver, apenas ligado ao corpo através de leve cordão prateado, semelhante a sutil elástico, entre o cérebro de matéria densa, abandonado, e o cérebro de matéria rarefeita do organismo liberto.
...
Para os nossos amigos encarnados, Dimas morrera, inteiramente. Para nós outros, porém, a operação era ainda incompleta. O Assistente deliberou que o cordão fluídico deveria permanecer até ao dia imediato, considerando as necessidades do morto, ainda imperfeitamente preparado para desenlace mais rápido."

domingo, 16 de agosto de 2009

QUEM EU SOU?

Compreendendo um pouco mais sobre a vida física e a vida espiritual ( através das duas aulas anteriores), a pergunta que não quer calar: Então, afinal, quem eu sou?
É importante percebermos que somos tanto um corpo físico, mas que também somos um corpo espiritual, onde o corpo físico é um instrumento que utilizamos enquanto encarnados e que se modifica a cada nova vida e o corpo espiritual é nossa essência, aquilo que realmente somos, que traz em si nossas vivências, boas ou não.


Quem eu sou? Jesus fez esta pergunta ao seus discípulos, querendo saber o que o povo dizia sobre quem ele era e faz a mesma pergunta diretamente ao seu grupo. É a pergunta central do Evangelho, pois a pergunta se dirige ao sujeito, ao indivíduo. Se não sabemos quem ele é, não conhecemos sua identidade.

Veja o resultado do meu grupo:





O nosso maior problema é de identidade, temos que descobrir quem realmente somos. Quando estamos distraídos no mundo, quem eu sou se resume à um estudante, uma professora, uma mulher, um menino, que expressam na verdade o que é que somos.
Quando estamos atentos, quem eu sou reflete uma compreensão sobre o ser que realmente sou, os interesses são interesses espirituais,
a ação e o pensamento possuem o discernimento e qualificação que reconhecem o que é eterno do que é passageiro, o real do que é irreal, o divino do mundano.

PARA FALAR MAIS UM POUCO SOBRE A MORTE

A vida se passa em dois planos e aquilo que chamamos de morte é uma das inúmeras etapas que vivenciamos. A morte de Jesus para muitos é a derrota de um perdedor, mas isto depende de que ponto de vista temos sobre a vida em si. Focamos exageradamente no presente, esquecendo-nos de que a vida se realiza de uma forma bem mais ampla, onde nossas palavras, ações e pensamentos devem ser expressão de nossa consciência, impulsionados pelo coração. Desta forma, mais despertos, tudo muda, onde não é o que acontece que é importante, mas como você fica diante do que te acontece, mostrando que você está colocando sua motivação existencial na realização do SER , no auto-conhecimento, na compreensão de quem realmente você é. E isto faz toda a diferença ao desencarnarmos.






desenhos da evangelizadora Lena Fleury

PARA FALAR da MORTE

Penadinho visita o blog e a aula de evangelização.








Apoiados pelo Livro dos Espíritos, conversamos sobre a vida no corpo físico e a vida no corpo espiritual, lembrando sempre que estas existências se complementam.

Reflexões com o grupo:


- morrer é o fim de tudo?
- é importante sabermos que morremos?
- que diferença isto pode fazer na vida espiritual?

- afinal, o que é estar desencarnado?
- o que a vida atual pode ajudar em nossa vida como desencarnados?
- podemos nos relacionar enquanto espíritos?
-
porque uns percebem que estão desencarnados e outros não?
- porque uns se revoltam e outros compreendem a morte?
- que proveito podemos tirar da vida de desencarnado?
- podemos usar a luz e o conhecimento dos outros?
- o que fazemos aqui tem alguma relação com o que nos acontece depois?
- afinal, o que é ser um espírito?

domingo, 12 de julho de 2009

PASSO-a-PASSO

DOBRAS, RECORTE e HISTÓRIAS


Com o molde escolhido...


...faça uma marca de lápis que será guia para as dobras.
Posicione o desenho bem no canto do papel.





Dobre em zigue-zague...

...até o final do papel.



Corte pela marca, mas NÃO corte nas laterais que estão dobradas.



Abra e veja a fila de corações...


DOBRAS e PERGUNTAS


Vamos transformar uma folha A4 em um quadrado, levando uma das pontas da folha até o alto, marcando bem esta dobra.


O retângulo que sobra do papel é vincado e recortado.
Este retângulo que não será usado poderá ser útil para as caixinhas de interseção. Recomende ao seu grupo não amassar ou rasgar.




O que resta é um quadrado com a marca de dobra na diagonal.

Faça a dobra da outra diagonal.




Seguindo as marcações de dobra, dobre a ponta da folha até o meio,

fazendo isto com as quatro pontas.





Vire a folha e dobre uma das pontas até a marca no centro do quadrado,

e mais uma vez, fazendo com as quatro pontas do quadrado.




Vire a folha novamente e dobre uma das pontas para fora. Este é o local onde vc apoia o dedo para mover a dobradura.

Dobre as quatro pontas para fora.




Você pode reforçar as marcas de dobras para um melhor resultado.



Force as dobras encaixando seus dedos, use as duas mãos (indicador e polegar) e faça o movimento de abrir e fechar.



Levante as abas para escrever e pinte os triângulos externos com cores diferentes.

Você conseguiu fazer?

DOBRAS, RECORTE e HISTÓRIAS

Desta vez criamos uma história a partir das figuras escolhidas.


Estes são os desenhos para referência para os moldes.


Aqui o molde foi montado em papel cartão e recortado para que as crianças pudessem manusear à vontade.







O desenho é feito no canto da folha para ser dobrado como um zigue-zague e depois, recortado.



A história foi escrita na própria flor e é uma linda história de plano espiritual, inspiração e superação. Em três flores, Ariane foi objetiva e eficiente !






Neste caso, Michael usou um lado de recorte para o menino ser feliz e o outro , para ser mau. Ele complementou com o recorte da casa, criou um recorte novo de árvore e montou sua história.

DOBRAS e PERGUNTAS

Lembram desta brincadeira? Foi muito bem aproveitada com perguntas sobre comportamento, Doutrina dos Espíritos, vivência e relacionamento.















No final cada criança construiu a sua dobradura, criaram as perguntas e escolheram um amigo para brincar.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

A PRECE

O que será que nossas crianças gostariam de conversar com Deus?

"A prece é sempre agradável a Deus quando ditada pelo coração." (LE 658)

"Tudo aquilo que pedires em prece, cuide que recebereis e vos será atendido." Jesus

quinta-feira, 25 de junho de 2009

BLÁ BLÁ BLÁ

Qual é o começo desta história?







Afinal de contas, o que tanto ela fala?


pois falando deste jeito, muitas coisas vão para o ralo...



Qual é o final desta história?


idéia principal baseada no livro RAFAELA TAGARELA de Adolfo Santos Turbay